Recebe em dólar? O Leão tá de olho

Você trabalha com tecnologia, presta serviço pra fora, recebe em dólar e acha que isso te deixou invisível pro Leão? Então senta aqui rapidinho — porque ele tá mais atento do que nunca.

O Imposto de Renda no Brasil é aquele clássico que ninguém ama, mas todo mundo precisa encarar. E quando entra o fator “recebo do exterior”, a história ganha umas camadas a mais, tipo um código com várias exceções dentro do if.

Parece complicado, mas não precisa ser. Vamos descomplicar?

Primeiro: sim, você provavelmente precisa declarar

Muita gente ainda acha que só quem tem carteira assinada ou investe na Bolsa precisa declarar IR. Mas basta ter recebido valores do exterior pra acender o alerta da Receita. Mesmo que você nem tenha empresa aberta.

E olha, quando o dinheiro vem de fora, ele não entra como “renda mágica”. Tem que ser informado. Convertido. E, dependendo do caso, tributado.

Mas e se eu tiver uma PJ? A coisa muda?

Muda… e pra melhor, na maioria das vezes.

Ter uma empresa te dá estrutura, segurança jurídica e pode reduzir bastante sua carga tributária. A gente fala bastante de Simples Nacional e Lucro Presumido nesse contexto, e já te adianto: pra quem exporta serviços de tecnologia, os dois regimes têm um grande diferencial.

Quer ver?

Se o seu serviço é exportado (ou seja, prestado pra uma empresa fora do Brasil), você tem isenção de IOF, ISS, PIS e COFINS. Isso mesmo: essas siglas todas, que costumam pesar no bolso, somem do cálculo. E isso vale tanto no Simples quanto no Lucro Presumido.

Confira nosso post sobre Carnê-Leão e Simples Nacional se quiser entender melhor esse assunto.

E o Imposto de Renda em si?

Aí entra o detalhe que pega muita gente: mesmo com uma empresa aberta, você ainda precisa declarar como pessoa física. O IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) é uma coisa. O IRPF (o seu, como pessoa física), é outra.

Então, vamos supor que você seja Simples Nacional: Você paga aquele DAS mensal, certo? Pois ali dentro tem um pedacinho destinado ao IRPJ, dependendo da sua faixa. Até aí, tudo bem.

Mas o que você faz com o dinheiro da empresa?

Se você retira como pró-labore, esse valor entra no seu IRPF, como qualquer salário. Tem INSS. Tem IR.

Se você retira o restante como distribuição de lucro, aí sim — com uma contabilidade feita direitinho — essa parte pode ser isenta.

Ou seja: o segredo tá no equilíbrio entre o que sai como salário e o que sai como lucro. E isso muda tudo no seu imposto.

E se eu for Lucro Presumido?

Aqui o jogo muda um pouco. Você paga IRPJ e CSLL com base em um lucro “presumido” (a Receita assume uma margem de lucro, mesmo que você não tenha tido lucro real). Mas a lógica da retirada é parecida: pró-labore tributado, lucro distribuído com isenção — desde que a contabilidade esteja em dia.

Não adianta distribuir lucro sem ter livro contábil assinado. A Receita não engole. E aí sim, pode achar que você está sonegando e a multa é alta. Não vale a pena arriscar.

Tá, mas e se eu não tiver empresa?

Aí o caminho é o Carnê-Leão. Todo mês você recebe o valor, converte pelo câmbio oficial do dia do recebimento e recolhe imposto, se ultrapassar a faixa de isenção. Simples? Não muito. Mas é obrigatório.

Muita gente ignora essa parte e só lembra disso agora, na hora da declaração anual. Só que o fisco não dorme e nem esquece. Recebeu do exterior sem empresa? Precisa recolher mensalmente como PF.

Onde a Groovy entra nessa história?

Entra onde você não quer estar: planilhas, cruzamento de dados, cálculos e burocracia. A gente te mostra o que precisa ser feito — e faz por você.

Sem te transformar em contador. Sem te obrigar a estudar legislação tributária. Mas sempre te explicando o essencial, porque informação também é liberdade.

Se você quiser manter o foco no código e não no carnê, pode deixar que o IR a gente resolve por aqui.

Conclusão? Não é só declarar. É saber o que declarar e como declarar

O Imposto de Renda não é um monstro se você entende o jogo. E pra quem presta serviço pro exterior, entender esse jogo pode significar pagar menos imposto, evitar malha fina e dormir mais tranquilo.

Se você quer fazer isso com segurança, clareza e alguém que fala a sua língua, chama a Groovy. O Leão vai continuar rugindo. Mas a gente sabe como lidar com ele — sem drama, sem susto e com muito planejamento.

Quer saber mais? Chama a gente ou acessa o site da Receita, só clicar aqui que já cai na página do Imposto de Renda de 2025.


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